Com o campo estruturado, partimos para o almoço, que foi arroz com calabresa — apesar de eu ter “roubado” um pouco da galinhada dos chefes. Depois da refeição, tivemos um tempo de integração. Aproveitei para procurar uma banderola — para minha futura patrulha — junto com o Chefe Júnior e a Chefe Bruna, eles até acharam uma, mas eu deixei pra procurar a minha de novo depois. Ao retornar, participamos de algumas atividades simples; uma delas foi a criação de um boneco, fizemos um de palha, — a “Morgana” —, que rendeu bons momentos e um divertimento para o grupo.
Um ponto interessante do acampamento foi a disposição dos espaços, o acampamento dos chefes ficava ao lado do nosso, separado apenas por um pequeno córrego. Para atravessar, era necessário dar uma volta considerável. A partir disso, tive a ideia de construir uma ponte. Trabalhei nisso com o Chefe Rodrigo ao longo do dia, e o resultado ficou muito bom — encurtou bastante o trajeto e facilitou a circulação entre os espaços.
Encerrando essa primeira parte do dia, iniciamos a preparação da janta, que foi salchipão. O Luiz assou, e ainda depois, fizemos um chocolate quente, porque taava frio. No geral, foi um momento simples, mas muito bem aproveitado, mantendo o clima de integração e colaboração entre todos.
Por Lorenzo Ferraz - Sênior da Tropa Charruas

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