Depois disso, retornamos ao pavilhão e tivemos um tempo livre para nos organizarmos para dormir. Aproveitei esse tempo junto com a guia Emilly para fazer uma escultura de argila, relacionada a um item de progressão, além de conversar um pouco com os chefes antes de descansar.
Na manhã seguinte, acordamos às 7h, tomamos café e seguimos para uma atividade de espiritualidade conduzida pela Chefe Nani. Durante esse momento, ela destacou como as palavras têm peso na vida das pessoas, reforçando a importância de pensar antes de falar. Após isso, fizemos uma pequena jornada até a sede para o encerramento.
Chegando lá, formamos uma meia-lua para a cerimônia final, onde foi anunciado o patilhão vencedor das atividades. A cerimônia já estava sendo marcante, mas ainda guardava uma surpresa: a escoteira Isa conquistou a Lis de Ouro. A homenagem foi inesperada tanto para ela quanto para o restante do grupo, o que tornou o momento ainda mais emocionante. Houve discursos dos chefes e dela também, fechando com muita emoção. Em seguida, arriamos as bandeiras, fizemos o grito do grupo e encerramos as atividades às 11h30.
Esse acampamento foi mais do que uma simples comemoração. Foi uma demonstração da importância da união de um grupo como um todo, dando espaço para que diferentes pessoas assumam responsabilidades e desenvolvam liderança. Também reforçou a motivação e o propósito de buscar evolução constante, seja através de especialidades, insígnias ou distintivos.
Como escoteiro — e com o que aprendi nesse acantonamento, — falo que, o que transforma uma pessoa não são suas conquistas, é o caminho percorrido.
Por Lorenzo Ferraz - Sênior da Tropa Charruas

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