Com o feriado de Páscoa, não tivemos atividade nesta semana. Ainda assim, foi uma boa oportunidade para refletir sobre minha trajetória no escotismo, principalmente sobre a época em que eu fazia parte da tropa escoteira.
Quando entrei, eu era muito tímido. Com o tempo, a tropa foi me ajudando a me soltar e a me socializar mais. Mesmo sendo mais fechado no início, eu sempre gostei de ajudar as pessoas, e foi dentro do escotismo que comecei a me incentivar a fazer isso com mais frequência, tentando incluir quem precisava e participando mais ativamente do grupo.
Um dos pontos que mais me marcaram foi perceber como, nos momentos em que eu não estava bem durante acampamentos, principalmente no começo da minha jornada, os chefes sempre buscavam me incluir. Isso fez muita diferença pra mim. Hoje, estando no ramo sênior, vejo que tenho essa mesma liberdade de fazer pelos outros aquilo que fizeram por mim: incluir, apoiar e ajudar quem precisa.
Ao longo do tempo, vivi muitas situações engraçadas e também difíceis, mas no geral todas contribuíram de forma positiva. A principal mudança que percebo de quando eu era escoteiro para agora é que antes eu aprendia, e hoje também estou aprendendo a ensinar. Isso trouxe mais responsabilidade e uma nova forma de enxergar meu papel dentro da patrulha.
Refletindo sobre tudo isso, fica claro o quanto essa fase foi importante na minha vida. O escotismo me mostrou que família não é só de sangue, é também construída através de convivência, apoio e companheirismo. E isso é algo que eu levo comigo até hoje.
Na tropa escoteira, eu entendi que família não é só quem nasce com você, mas quem caminha ao seu lado.

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